Ciência é Psicanálise?

Por Ale Esclapes¹

Psicanálise é ciência? Ciência é psicanálise? A polêmica foi reaberta com a entrevista da bióloga Natália Pasternak afirmando o óbvio: ciência não é psicanálise! Fizemos uma seleção de alguns vídeos para que você possa formar a sua opinião sobre esse tema. 

Close (Lukas Dhont) – Resenha de filme

Por Ale Esclapes¹

Toda obra de arte aponta para um lugar além do óbvio, além do sensível que se apresenta. Close é um desses casos que com maestria, nos brinda com um drama sobre saída da infância e entrada na juventude circunscrita aqui pelo elemento sexual presente nessa passagem.

Psicanálise e Conversa Fiada

Por Ale Esclapes¹

Bion se pergunta no capítulo 4 de Elementos de Psicanálise o que diferencia uma sessão de psicanálise de uma conversa de bar (não exatamente com essas palavras, mas o espírito é exatamente esse). Essa é uma pergunta maravilhosa, pois questiona o que parece ser algo muito bem estabelecido pelo senso comum – só que não!

Poiesis

Por Ale Esclapes¹

A palavra poesia tem origem no grego e significa “criação” ou “fabricação”. A psicanálise é uma linguagem poética nesse sentido. Ela é um método que permite ao par analítico a oportunidade de “criar” novos sentidos, novos significados, novos símbolos. Ela é um tipo de linguagem.

Grupos de Estudos (início imediato)

O grupo de estudos é uma oportunidade para que seus participantes possam se aprofundar em um determinado autor ou obra – a palavra chave aqui é qualidade e o tempo não é o fator determinante, sendo por isso uma atividade permanente. Também é objetivo do grupo fazer o constante entrelaçamento entre teoria e clínica.

Webnário: Existe cura em Psicanálise? (REALIZ. 08/04/20)

Voltar aos temas básicos da psicanálise é sempre uma boa pedida quando muitos termos se modificaram ao longo do tempo, uns se modernizando outros simplesmente caindo em desuso. Afinal, o que é a psicanálise contemporânea? Nossos eventos de 2020 visam justamente responder essa questão. 

O ciúme e a paranoia (Realiz. 15/07/16)

Tema: O ciúme e a paranoia em Otelo

Ementa: Pode o amor sobreviver as vicissitudes do ciúme? Que sentimento é esse que assim como a inveja cega aquele que o sente? Onde começa e termina o amor, a posse, o medo, o ciúme? São questões levantadas e pinceladas com um toque de ambição. Shakespeare, como a verdade, nunca se esgota.

A violência como (Realiz. 18/10/13)

Tema: A violência como sintoma contemporâneo

Palestrante:  Alê Esclapes - Psicanalista, professor, escritor e diretor da Escola Paulista de Psicanálise-EPP e do Instituto Melanie Klein-IMK. Autor do Livro "A pobreza do Analista e outros trabalhos 1997-2015" e organizador da Coleção Transformações & Invariâncias.

Inspiração

 

A forma mais perversa que o sujeito pode tratar o seu sonho de felicidade é quando inclui nele o seu sintoma. A felicidade do obsessivo é um mundo cheio de regras. - Ale Esclapes