Macbeth - a inveja (Realiz. 19/08/16)

Tema: Macbeth - a inveja e a cobiça

Ementa: Seria essa peça sobre a ambição de Macbeth pelo trono? Não seria Lady Macbeth o papel principal da peça? Masculino e feminino se misturam na inveja e na cobiça, onde os deuses são chamados para engrossar o sangue para que se suporte o que virá.

Sonho de uma noite (Realiz. 21/10/16)

Tema:  Sonho de uma noite de verão: o estatuto do sonho na psicanálise

Ementa: Como nem tudo é tragédia em Shakespeare nesse encontro vamos estudar a importância da função onírica na vida cotidiana, tanto do ponto de vista de S. Freud como de Bion. O homem é o único que pode buscar o “para além” e paradoxalmente o Real, e o sonho é a via régia desse caminho.

Júlio César e a política (Realiz. 20/05/16)

Tema: Júlio César e a política atual no Brasil

Ementa: As relações humanas permeadas pela ótica do poder geralmente têm no seu imaginário o tom vermelho do sangue, da disputa, da traição. No mito da horda primeva de Freud os filhos comem o seu pai em função do seu poder. Nesse encontro discutimos essas disputas e até onde vai o sujeito em termos de sua própria crença moral para conseguir o poder.

A tragédia em Shakespeare (Realiz. 11/03/16)

Tema: A tragédia em William Shakespeare

Ementa: A tragédia em William Shakespeare – Nesse encontro vamos analisar a vida do dramaturgo, bem como as possíveis implicações dessa para sua obra. Também vamos nos aprofundar no tema da tragédia e suas correlações com a psicanálise.

Rei Lear - maturidade (Realiz. 17/06/16)

Tema: Rei Lear - maturidade e sabedoria

Ementa: O que a velhice pode nos ensinar? Palavra aliás, muito fora de moda, pois hoje se prefere o termo “terceira idade”. Lear, apesar da idade, não conseguiu fazer o seu sucessor e se coloca em primeiro plano a ligação dele com suas filhas, onde as relações edípicas tomam um primeiro plano. O lugar do sujeito na transgeracionalidade foi aqui discutido através dessa peça multifacetada.  

Psicanálise e Religião (Realiz. 21/08/15)

Tema: Psicanálise e Religião: Me. Eckart, S. João da Cruz e a Experiência Analítica

Ementa: Os chamados místicos cristãos nos trouxeram uma narrativa onde o paradoxo se mostrou o caminho possível para expressar as suas experiências - por mais que falassem, mais que escrevessem, nunca conseguiram expressar exatamente suas vivências. 

Solve et coagula (Realiz. 17/07/15)

Tema: Solve et coagula - Paradoxos entre Hegel e Klein

Ementa: Não existe nenhuma evidência que a psicanalista Melanie Klein  tenha lido Hegel, mas é inevitável a aproximação entre ambos. Esse encontro pretende explorar os conceitos de dialética em Hegel e das posições esquizoparanoides e depressivas em Klein, em um jogo incessante pela busca de uma verdade sobre o real.

O movimento romântico (Realiz. 19/06/15)

Tema: O movimento romântico e a obra de Freud

Ementa: A psicanálise nasceu imersa em um caldeirão cultural na Alemanha do século XX, onde o romantismo e o idealismo eram escolas fortes de pensamentos. Ecos desses movimentos se encontraram nas reflexões de Freud, em suas formulações sobre a neurose e histeria.

As influências (Realiz. 22/05/15)

Tema: As influências de Kant na psicanálise

Ementa: Esse encontro dá continuidade aos estudos das interfaces entre a filosofia e a psicanálise. Qual o impacto na psicanálise da noção de realidade e da forma de apreendê-la concebida por Kant? Em que momento Freud e Kant divergem e por que?

A realidade do sensível (Realiz. 14/04/15)

Tema: A realidade do sensível em David Hume e na psican

Ementa: O que é realidade? Existe uma realidade para fora de nosso pensamento? Realidade seria nossas ideias ou nossos sentimentos? É possível falar em real para além das nossas percepções? Nesse curso breve serão discutidos três pontos de vista sobre o assunto, a partir de quatro autores: o filósofo David Hume, e os psicanalistas: Freud, Winnicott e Bion.

Intuição - de Bergson (Realiz. 20/03/15)

Tema: Intuição - de Bergson à Bion

Ementa:  A intuição foi elevada por Bergson ao status de metodologia filosófica. Freud nunca escreveu um artigo sobre esse tema, e a colocou como um dos recursos do analista, mas, aos poucos, sua importância clínica foi se tornando inegável. Klein é um exemplo do extenso uso da intuição quando do trabalho de crianças, e Bion, ao final da década de 60 (do século passado), deu à intuição um lugar mais central na clínica. Não por acaso na biblioteca de Bion foram encontrados livros de Bergson.