É melhor ser alegre do que ser feliz

Por Ale Esclapes1

É interessante como a maioria dos pacientes que chegam ao consultório vêm com alguma demanda de felicidade, quer seja de forma declarada ou implícita. Comecei a desconfiar dessa tal felicidade, e me perguntar se ela era parte da solução ou do problema, pois sua busca sempre vinha acompanhada de muito sofrimento e na maioria dos casos, depressão.  Vou dividir com você aqui nesse artigo a minha experiência com esse assunto, essa tal “felicidade” e porque cheguei na conclusão que é melhor ser alegre que ser feliz.

Breves comentários sobre as notícias de uma semana..

Por Alê Esclapes1

Executivos nos EUA tentam retardar envelhecimento com hormônios - http://noticias.uol.com.br/saude/ultimas-noticias/bbc/2012/05/18/executivos-nos-eua-tentam-retardar-envelhecimento-com-hormonios.htm – Chega a ser estranho o resultado, quase monstruoso. Será que nem envelhecer com dignidade poderemos?

As tarefas do amor - da paixão à maturidade

Por Alê Esclapes1

Etimologia da palavra “amor”: A palavra “amor” possui como referência comum a palavra latina “amore”, o que do ponto de vista da investigação, não ajuda muito. Acompanhando Zimerman (2010) será utilizado nesse trabalho a etimologia de amor como sendo “a” (contra) e “mors” (morte), ou seja, aquilo que se opõe a morte.

A lei dos costumes

Por Ale Esclapes1

Em menos de dois meses duas leis que regulam as relações entre pais e filhos foram aprovadas – uma que proíbe as palmadas e outra que proíbe que os pais denigram um ao outro para seus filhos. Duas coisas me chamam a atenção nesse fenômeno – como especialistas são chamados para normatizar a vida cotidiana e como o Estado está adentrando em nossos lares.

Se todo mundo fizer...

Por Ale Esclapes¹

... vai fazer uma grande diferença. Esse é um “slogan” muito recorrente na atualidade. De comercial de televisão a sermão de padres, é um argumento tido hoje como muito convincente. Mas qual seria o apelo psíquico desse tipo de argumento?

To be or not to be...

Por Ale Esclapes1

Existe um perfil na clínica contemporânea envolvendo mulheres e homens com uma posição razoável nas empresas, entre trinta e quarenta e cinco anos, e que traz um profundo sofrimento. Para falarmos sobre esse perfil precisamos entender dois conceitos muito importantes na vida de uma pessoa:

Myrian Rios e o pré-conceito

Por Alê Esclapes1

Primeiramente gostaria de deixar claro que esse post não pretende tratar de preconceito aos gays, mas pré-conceito à ignorância. 

Vossa Majestade Rainha Rania

Por Ale Esclapes1

Vi um documentário na GNT sobre algumas ações de mídia da Rainha da Jordânia, Vossa Majestade Rainha Rania, no qual através do Youtube Vsa. Majestade criou uma série de vídeos para combater o preconceito em relação ao papel da mulher em seu país e sobre o mundo árabe junto ao ocidente.

Paraíba masculina, mulher macho...

Por Ale Esclapes1

É comum nos consultórios hoje em dia um perfil de mulheres bem sucedidas, com filhos, separadas, que trazem como sofrimento não poderem acompanhar o crescimento dos seus filhos, sentindo-se profundamente culpadas.

O anel que tu me deste

Por Alê Esclapes1

... era vidro e se quebrou. O amor que tu me tinhas, era pouco e se acabou.” Essa é uma pequena metáfora da confusão emocional que se estabelece entre mãe e filho, e que marca essa relação pelo resto da vida, deixando marcas profundas em cada um dos pares. E tudo isso com uma pequena contribuição do pieguismo social.

A produção do sujeito no sistema capitalista - A virtualidade do sistema

Por Alê Esclapes1

 Virtualidade e Ciência Social: A maior relatividade da economia é flutuar sobre os sentidos da massa sem conseguir atravessá-la, sem conseguir racionalizar os processos subjetivos com os quais a massa trabalha. Prefere-se falar em 'processos subjetivos' quando se fala em determinação de preço, em valor utilidade como se fosse uma mera quantificação de produtos em consumo.