O caso Emmy von N.

Por Ale Esclapes¹

A análise deste caso vai ser pouco mais extensa pois ele tem muitas complexidades. Mas primeiro vamos falar um pouco sobre o caso. Essa é mais uma das pacientes que apresentam no mínimo um quadro misto que, na minha opinião estaria mais próximo da paranoia que da histeria.

O caso Anna O.

Por Ale Esclapes¹

O caso "Anna O" ao contrário do que muitos pensam é um caso clínico de Breuer e não de Freud. Ela foi atendida entre 1881 e 1882, cerca de 14 anos antes da publicação de "Estudos sobre Histeria". Alguns sintomas chamam a atenção nesse caso clínico - delírios, fantasias de perseguição, reviver dramas exatamente um ano depois, nos mesmo dias em que ocorreram (jamais narrado em nenhum outro caso clínico em psicanálise), etc.

Casos Clínicos em Psicanálise

Por Ale Esclapes¹

O que são os famosos casos clínicos e quais são os objetivos de quem os escreve? São relatos factuais de um atendimento? Em que medida eles são científicos ou históricos? Nesse vídeo vou discutir o que são casos clínicos em psicanálise.

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Fechner, Brücke, Meynert e Exner

Por Ale Esclapes¹

Como vimos no artigo anterior sobre Herbart, esse propôs que toda representação possui uma energia vinculada à ela. Gustav Theodor Fechner vai desenvolver essa ideia, principalmente no que tange ao termo “energia”, unindo-a a física. Ele vai propor por exemplo uma equação matemática entre o estímulo e a sensação do mesmo:

Comunicação Preliminar (Freud e Breuer)

Por Ale Esclapes¹

O "Estudo sobre Histeria" foi lançado em 1895, mas o primeiro artigo que acompanha essa obra que é a comunicação preliminar foi escrita conjuntamente com Breuer em 1893. A divisão desta obra é: Comunicação Preliminar, Casos Clínicos, um do Breuer e os demais do Freud, a parte teórica elaborada por Breuer e a parte técnica elaborada por Freud.

Pierre Janet

Por Ale Esclapes¹

Como vimos em Herbart, as representações que são expulsas da consciência formam um outro núcleo. Pierre Janet vai chamar de subconsciente as representações que não estão acessíveis à consciência. Através do estudo de seus pacientes, ele chega a algumas conclusões interessantes: 

Herbart e o Inconsciente

Por Ale Esclapes¹

Johann Friedrich Herbart (1776 - 1841) - é mais conhecido no meio da pedagogia do que da psicanálise, mas ele tem uma ligação direta conosco. Ele foi aluno de Fichte e se fez a seguinte pergunta: onde estão os pensamentos que não estão na nossa mente nesse momento? A mesma pergunta que Freud se faz na primeira parte de “O ego e o Id”. Mas as influências são bem mais profundas.

A grande histeria de Charcot

Por Ale Esclapes¹

Foi sob a batuta de Charcot em Salpetriere, um hospital em Paris, que a histeria foi parar nos laboratórios. Primeiramente em experiências envolvendo a hipnose e depois utilizando a corrente elétrica. Em ambos os casos o objetivo era reproduzir os sintomas em um ambiente controlado. Seu pensamento é vasto e eu separei apenas o que nós vamos utilizar futuramente nos nossos vídeos.

Repressão à Histeria

Por Ale Esclapes¹

Antes de adentrarmos nos desenvolvimentos da histeria no século XIX, seria interessante analisarmos alguns aspectos sociais e políticos. No século XVIII na Inglaterra, no período Georgiano, criou-se uma cultura do aristocrata sensível.

Meus Principais Dicionários de Psicanálise

Por Ale Esclapes¹

Nesse vídeo você vai conhecer os principais dicionários que uso no meu dia a dia. 

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Paul Briquet

Por Ale Esclapes¹

Para esse autor a histeria é uma repetição das paixões. E de quais paixões?: as ruins, penosas, afecções, tristes e violentas. E a crise histérica é uma descarga emocional. Os delírios na histeria tem um aspecto onírico e não eram meros delírios febris - tinham um sentido.